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Cleyton Telles

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Cleyton Telles, paraense, 32 anos, filho da periferia de Belém, a cremação. Quando criança sua atividade preferida era desenhar. O lápis, papel e os contornos da grafite o acompanharam até sua adolescencia. Logo, o artista conheceu a pintura, a dança e o teatro, experiências fundamentais para que ele se encontrasse frente a frente com a fotografia.

Antes de se profissionalizar como fotógrafo, ele tentou algumas graduações que fugiram totalmente ao seu apego pelas artes. Mas, foi na fotografia que ele encontrou sua fonte inesgotável de inspiração, que o conecta com as outras artes.

Entre Ruas tornou-se o agente conector entre Cleyton, a dança e a fotografia. A exposição mostra bailarinos usando as ruas e patrimônios históricos como palco principal, que dão um tom de melancolia para as fotografias, crianda uma relação diferente com o público, chamando a atenção para a ocupação artistica desses lugares. Unindo a fotografia e a dança, o projeto causa uma reflexão sobre o porquê de não ir até a arte.

Exposições

Este é um espaço dedicado aos fotógrafos que atuam no Pará. Uma série com exposições mensais de trabalhos autorais. Confira e compartilhe.
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Cleyton Telles, paraense, 32 anos, filho da periferia de Belém, a cremação. Quando criança sua atividade preferida era desenhar. O lápis, papel e os contornos da grafite o acompanharam até sua adolescencia. Logo, o artista conheceu a pintura, a dança e o teatro, experiências fundamentais para que ele se encontrasse frente a frente com a fotografia.

Antes de se profissionalizar como fotógrafo, ele tentou algumas graduações que fugiram totalmente ao seu apego pelas artes. Mas, foi na fotografia que ele encontrou sua fonte inesgotável de inspiração, que o conecta com as outras artes.

Entre Ruas tornou-se o agente conector entre Cleyton, a dança e a fotografia. A exposição mostra bailarinos usando as ruas e patrimônios históricos como palco principal, que dão um tom de melancolia para as fotografias, crianda uma relação diferente com o público, chamando a atenção para a ocupação artistica desses lugares. Unindo a fotografia e a dança, o projeto causa uma reflexão sobre o porquê de não ir até a arte.

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